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Olá, Caminhantes!

O assunto de hoje é sobre crenças. Você acredita que há algo lá em cima (ou ao nosso redor) olhando por nós?

Que somos guiados por mãos divinas, que Deus existe ou que uma energia boa nos rodeia e nos ajuda em tempos de crise?

Eu acredito.

Não sei direito como começar a explicar os meus porquês, mas posso dizer que quando crio, sinto uma energia que está além daquela reconhecida como corporal/mental. É algo que vem de outro lugar.

Nesse capítulo do livro da Cameron ela fala sobre isso (aliás, foi exatamente isso que me atraiu na obra dela. Ela vê a criação como um ato de fé, que “Deus”  – ou a força superior benevolente na qual você acredita – é um grande criador e que adora quando criamos. Que criar é entrar em contato com essa força – diretamente, sem intermediários).

Segundo ela, ao escrevermos, essa força chega até nós na forma de orientação, inspiração ou sincronicidades

Ela conta, em algum lugar do capítulo, que sua mentora lhe disse um dia: “você deveria deixar a força maior escrever por você.” Esse conselho, dado para ela (uma alcoólatra em recuperação) mudou sua vida. Esse é realmente o tipo de conselho que pode mudar qualquer um.

Muitos artistas acreditam que sem bebida, a boemia ou o drama jamais criarão outra vez. Essa é uma crença difundida até hoje: a de precisamos ser pesados, duros, ou – como está na moda hoje em dia, irônicos e cínicos em relação à arte. Esta é a grande falácia desses tempos: nós criamos apesar de nossos excessos, e nunca por causa deles. A criação pede e dá alegria.

“Eu aprendi na prática que minha criatividade deu frutos quando deixei meu ego de lado e passei a escrever como se estivesse “transmitindo uma mensagem”, em vez de “elaborando uma”. Minha escrita fluía com mais naturalidade. Minhas ideias surgiam, de forma mais suave e constante. Pela primeira vez eu estava escrevendo em parceria com uma versão aprimorada de mim mesma – com a minha melhor versão.”  J. Cameron

Para deixarmos essa força positiva se manifestar, ela diz, basta escrevermos. Simplesmente isso. Se você deseja entrar em contato com essa divindade criadora – ela mesma uma artista – basta pedir ao escrever pela manhãalguma orientação. Quer falar com esse campo de força que age ao nosso redor de formas surpreendentes? Escreva nas páginas da manhã a pergunta que quer saber. Aguarde a resposta, que virá nas próximas páginas, ou durante uma caminhada. Posso dizer que tentei fazer isso, e deu certo. Acredito que somos muito mais sábios que acreditamos ser, e temos a melhor resposta para qualquer pergunta que fizermos. 

Sincronicidade

“O grande professor e especialista em mitologia, Joseph Campbell, aconselhava seus alunos a “seguir suas alegrias”. Ele os ensinava a esperar pela sincronicidade, que definia como “mãos amigas”. “Sigam suas alegrias”, dizia, “e o universo abrirá sua porta para vocês.” (p. 174)

Mas Karina, você acha mesmo que o universo abre porta para nós se escrevermos o que queremos?

Sim, eu acredito. Aconteceu comigo. Acontece todos os dias para quem presta atenção. E aconteceu com todos aqueles que pediram. Peço , para que acreditem, que comecem a prestar atenção para as sincronicidades que encontrarem no caminho. Anotem os exemplos quando acontecerem. Volte às páginas de meses ou semanas anteriores e procure as perguntas. As respostas vêm. Elas sempre vêm. 

Tire você mesmo suas conclusões. 

 

Que a força esteja com vocês! 😉

(E como hoje é dia 29 de dezembro, desejo a todos uma ótima virada de ano em um 2018 cheio de sincronicidades! <3

 

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