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Bom dia, Caminhantes!

Uau, já estamos no passo n. 4. Isso significa que um terço do livro está aqui, pronto para inspirar você! (Perdeu os primeiros passos? Volte uma casa! Vem para cá e decida por onde começar. Os posts começaram em novembro 2017 )

Não sei o que acha disso, mas sempre que começo a futucar nesses assuntos criativos, sinto algo se acender em mim. Uma fagulha, uma ideia, um novo ânimo para continuar. Acho que como tudo na vida, a criatividade precisa ser alimentada. Assim como um gato ou uma planta, ela precisa de cuidado. Vejo gente lutando contra ela como se fosse inimiga, vejo gente afirmando que ela só pode ser encontrada em um bom gole de bebida.

Eu, não.

Eu a vejo como um enorme labrador, do tipo Marley. Ou um Golden Retriever bem animado. Você chama, ela vem. Você só precisa tomar cuidado por que ela cai pular sobre você e te babar inteiro(a).

Mas voltando aos passos: nesse quarto passo, Cameron pede que nos concentremos nas primeiras ideias e intuições que seguimos (ou ignoramos) quando começamos a formar nossa identidade adulta. Muitas vezes, os interesses iniciais contêm as respostas para a pergunta “o que me faz feliz?”. Escavando essas lembranças, possivelmente nos (re)conectamos com o que pode nos guiar e dar um novo senso de propósito à vida. Que eventos cruciais nos ajudaram a definir quem somos? A definir o que é relevante em nossas vidas? Nossos primeiros sonhos podem nos ajudar e inspirar a buscar outros.

Que ideias, intuições, interesses e impulsos percebemos dentro de nós em algum momento e deixamos para lá?

O que nos fez desistir daquela ideia?

Você vê a desistência da mesma forma que antes?

Que ideias criativas tinham mais apelo para você?

Descreva um som desse período: quais emoções estão associadas a ele?

Existe alguma vocação que tenha seguido e abandonado?

 

Durante essa semana, eu fiz esse exercício. Resolvi, por impulso, postar o resultado da minha escavação no Insta, e deixo para vocês o que tirei dessa pequena aventura. E vocês? Como vêem a criatividade? O que já quiseram ser e não foram? O que ainda podem se tornar?

Não há nada mais importante que responder a essas perguntas.

Um grande abraço!

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